Eu respirei muito fundo e, antes de ligar a roleta cafona das indiretas nas redes sociais, me lembrei desse espaço e de que poderia escrever sobre um tema que acaba indo de encontro com aquilo que eu estava pensado que é como deve ser triste a vida de quem só trabalha por dinheiro. Longe de mim, negar a importância de se ter dinheiro nesse mundo capitalista, mas viver só por isso deve ser uma existência triste e burocrática. Datada também, eu diria, porque o século XXI nos trouxe outras necessidades que não aquelas que podem ser guardadas em bancos ou em cofres e que podem ser contadas.
Por isso eu acabei me lembrando de você, domador das palavras, porque você mesmo sem saber, acabou me lembrando que a paixão é importante. O sonho é importante e que uma existência objetiva é pobre da maneira mais triste.
Foi um tempo bom ao seu lado. Foi curto e, ainda hoje, tenho a sensação de que essa história ainda não está concluída. Pode ser devaneio meu. Pode ser loucura ou pode ser apenas uma ligeira dificuldade em seguir em frente porque você me mostrou que o mundo colorido é muito, muito, muito mais interessante.
Eu sei que já te fiz inúmeros elogios, mas nunca te disse obrigada. E era isso que eu deveria dizer porque você, mesmo sem saber, me empurrou para uma existência mais equilibrada porque adicionou emoção no império da razão que é o modo como eu costumo me referir à minha vida.
Eu agora sonho.
Eu agora imagino.
Eu agora opto por fazer as coisas com leveza e encher a minha vida de paixão. Porque sem paixão não tem sentido.
Em 26 de junho de 2017, experimentando a vida com pitadas de paixão.
BELO TEXTO... REMINISCÊNCIAS? RECORDANDO UM FATO CAPITAL? UM INSTANTE DE FEBRE NO MARASMO DO COTIDIANO CINZA, OU APENAS DIVAGAÇÕES. PORÉM, TUDO MUITO BONITO, SENSATO. PARABÉNS, MESMO!
ResponderExcluirLembranças e divagações. E também uma pitada de saudade.
Excluir