segunda-feira, 17 de abril de 2017

Sobre efemérides e saudades...



Hoje eu acordei chorando.

Lembrei que o golpe completava um ano. Neste dia, no ano passado, começaram a matar o sonho, embora eles nunca morram.

Neste dia, também, soubemos que enterraríamos um colega querido. Um susto, depois outro susto.

A consagração daquele que, talvez tenha sido o dia mais triste de 2016, veio com o seu adeus. Seco e impessoal.

Coroou um final de semana de notícias tristes, de deseperança.

Eu nunca mais fui a mesma.

Embora eu sorria quando lembro de você. Do jeito que você segurou a minha mão. Da forma como me beijou e de como o tempo parou porque você estava ali. Eu tive certeza de que o tempo pára quando a gente encontra o amor da nossa vida porque o tempo parou quando eu encontrei você.



Eu só sorria porque, enfim, a poesia fez morada em minha vida.

Mas então acabou e foi como se o tempo acelerasse de novo.

Eu sinto a sua falta.

Queria que você soubesse...

Em 17 de abril de 2017 contando os dias.

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