A gente pega, mas não se apega.
E não se apega mesmo porque quando chega a hora de ir ela é
serena e leve e você simplesmente deixa ir.
Mas não estamos imunes a sentimentos.
Tampouco, à saudade.
E quando a saudade bate...
Quando a saudade bate, você busca os históricos que não existem mais.
Quando a saudade bate, você busca os históricos que não existem mais.
Você busca as palavras que seriam capazes de preencher todo
aquele vazio que você sente.
E nas mesmas palavras você busca aquela intensidade que já se foi.
Ah, essa tecnologia que aproxima, mas que, ao mesmo tempo,
deixa tudo tão distante.
Que enche a nossa
vida de emoções desenhadas em bites.
Eu já disse que tinha saudades.
Pelo menos eu disse.
E, às vezes, eu gostaria que os caminhos não fossem seguidos
com tanta facilidade. Que as pessoas não fossem sem olhar para traz. E que a gente
não fosse aquela página virada tão facilmente.
Ainda bem que isso passa.
Em 14 de abril de 2015, pensando ainda bem que passa.
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