terça-feira, 7 de julho de 2015
Sobre o amor e a física quântica
queria falar sobre física quântica, ou mecânica quântica (segundo o óraculo de Delphos chamado Google pode ser a mesma coisa), mas eu não tenho autonomia para falar sobre. É que me disseram que se a gente desejasse algo profunda e honestamente, mexeríamos os átomos ou quarks ou sei lá quem de modo que esse desejo estaria sendo realizado de alguma maneira. Mas é claro que eu não consigo falar sobre e isso e é claro que minha pesquisa acabou me levando para o Segredo e para a lei de atração, mas não era isso que eu queria dizer.
É verdade que eu tenho me sentido uma adolescente desde que vi aquele cara pela primeira vez. Resumidamente, minha vida poderia ser descrita como tremor e brilho nos olhos, sabe? Tremor, brilho nos olhos e uma série de joguinhos adolescentes e pueris para saber se a gente, afinal, combina.
Honestamente, eu nunca quis combinar com alguém. E aqueles matchs dos aplicativos servem bem mais para ajudar a resgatar a auto-estima do que para encontrar alguém de verdade.
E eu achei você no mundo real. Em carne, osso, tênis e camisa de malha puída na gola. E lindo.
E eu falei da física quântica, da mecânica quântica, do Segredo e da Lei da Atração porque eu queria que tudo que eu imagino, tudo que eu desejo secretamente, acontecessem nem que fosse na dimensão dos quarks.
Eu queria, muito, intensamente, que fosse verdade, de alguma maneira. E que você se sentisse tocado. E que se materializasse ao meu lado.
Em 07/07/2015 praticando o segredo da lei da atração e me sentindo tola.
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